sábado, janeiro 31, 2004

A Devota

Em busca do Hotel Lux Mundi em Fátima, já de noite, corri de carro as ruas da cidade. Desertas. Ou quase, uma senhora, de ar devoto a Jesus e a Maria, calcorreava um dos passeios com um chapéu de chuva aberto. Há muito que deixara de chover. Perguntei-lhe pelo hotel e pela rua Jacinta Marto. Muito polidamente e com sotaque paroquial, deu-me complexas indicações, muito pormenorizadas. Lá segui as suas indicações, até chegar a uma inesperada encruzilhada onde não soube escolher.

Perguntei a outra pessoa, outro xadrezísta que vinha como eu ao torneio do Lux Mundi. Conheci-o e pedi-lhe que entrasse no carro. Entrou, explicou-me que a mãe dele morava ali, era de Fátima a senhora, ele há muito que mora em Lisboa. Deu-me as instruções necessárias e lá chegámos ao hotel. Já tinha passado por ali, pensei. Ficava do outro lado da rua onde havia uns minutos perguntara por orientação à devota senhora.

Espero que encontre o Santuário, cara amiga!

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