segunda-feira, julho 26, 2004

Quartos de Hora

Nesta passada semana, tive a oportunidade de empregar 15 minutos a observar uma obra de Miró (pouco menos que totalmente desconhecida). Encontra-se no Museu de Cádiz e inaugurou a sua secção de arte contemporânia. Secção essa que, infelizmente, não está ainda contemplada na página do museu. Coisas ibéricas. Dizia eu, passei um quarto de hora mirando um Miró, esperando ouvir o sino que quase sempre toca quando olhamos para os grandes. Não tocou. Mas passei um belo quarto de hora. Pelos vistos, vezes há em que o toque do badalo é substituído por uma suave melodia.

Infrutíferas (ainda que esmeradas) buscas, forçam-me a publicar a minha pobre fotografia desse Miró. Tristemente não encontrei melhor na rede. Cá vai, com flash e tudo:


Pinture, Joan Miró, 1950.

1 comentário:

Walter Tarira disse...

"O toque do badalo"
Badalo, badalava, badalando! Principio cognitivo da reprodução humanóide. Um dia ouvirás a sua melodia.