quinta-feira, dezembro 09, 2004

Garrett

Ontem comovi-me com os preparativos das comemorações do 150º aniversário do desaparecimento de Almeida Garrett. Foi com mal disfarçado orgulho em ser português que assisti a algo só comparável ao "Bloomsday" em Dublin. Bastou-me ver a Rua Garrett tão brilhante, tão bonita, tão cheia de luzes, com saltimbancos, enfim, vestida de gala para a grande homenagem!

Infelizmente não pude hoje estar presente nas cerimónias, a profissão obriga-me por ora a afastar-me da capital. Mas estou, tal como você, afortunado leitor que assistiu em plena Rua Garrett à justíssima homenagem ao nosso máximo expoente do Romântico, se não em corpo, em muita alma com todos quantos admiram o escritor e o homem Almeida Garrett.

Que ufano ficaria o já de si tão ufano Garrett se, saindo do seu Grémio, pela Ivens, desse com o espectáculo de luz e de alegria em que se transformou a sua Rua!

Mais espantado ficaria se desse com uma interpretação da "Leitaria Garrett" de Vitorino pelo grupo de canto gregoriano que há algum tempo editou um belíssimo álbum de "covers" de música da moda!


Almeida Garrett

1 comentário:

vmiguel disse...

Se não tinha a maior árvore de Natal da Europa...