sexta-feira, julho 01, 2005

Trabalhos

Francisco José Viegas recupera o ancestral significado de trabalho e, por razões sinistras que desconheço, tem agora um suplício monstruoso: Ler o Paulo Coelho... Todo! Que pestes terá o de Aviz trazido às gentes? Que águas terá inquinado? Que campos salgou? Que horrível segredo o obriga a tamanha atrocidade?

Por razões de trabalho, estou a ler Paulo Coelho. (...) O primeiro deu-me vontade de queimá-lo; o segundo, de rir. O Alquimista não volto a ler, recordo bem as consequências funestas. (...) Tenho dúvidas sobre o resultado desta semana e meia de dedicação a Coelho, mas a vida não é fácil.

À infausta tarefa, Viegas chama: Esfolar o Coelho!

Desejo boa sorte ao homem que, pelos vistos, não a tem... Coragem!

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