quarta-feira, dezembro 26, 2007

Gestores e Gestoras

Num recente número de uma revista relacionada com o mundo da gestão de empresas, prometia-se na capa sábios conselhos de gestores de sucesso. Comprei, claro. Também na capa se anunciava simpática e instrutiva devassa à existência de gestoras de sucesso em Portugal. Julguei ser coisa edificante e até comprei o opcional livrinho que acompanhava a revista, que nada tinha que ver com o tema. Fi-lo por gratidão. Maravilhado com os ensinamentos dos mestres do empreendorismo, apresentados, como se necessário fosse, pelos nomes e cargos actuais, saltei para a secção das gestoras femininas: não porque aconselhassem, mas porque existissem. E lá desfilaram as diversas mulheres de sucesso apresentadas pelo seu nome, fotografia, de cara e corpo inteiro, estado civil, número de filhos e cargo ocupado. Com efeito, uma conveniente avaliação do sucesso de uma gestora terá em linha de conta esses factores. A fulana tal gere o banco xis e ainda tem três filhos! A outra é solteira, assim também eu, fica para tia mas manda na fábrica!
Claro que vou comprar o próximo número. Talvez apareçam gestores de etnia não europeia.

terça-feira, dezembro 25, 2007

domingo, dezembro 16, 2007

O Corão de Tavares

À porta dos correios de Rio Maior, um homem alto e corpulento, de pé, segurava perto dos olhos o mais recente livro de Miguel Sousa Tavares. Olhava para uma das suas páginas com ar devoto e lia em voz baixa, ou melhor, murmurava, o que Tavares escrevera sabe-se lá onde e para quê. Abanava ligeiramente a cabeça, ora aproximando-a, ora afastando-a do grosso volume. Dir-se-ia que lia o Corão. E talvez o lesse, nas entrelinhas do amontoado de tinta negra em alva folha lá deitada por Tavares.

segunda-feira, dezembro 10, 2007

segunda-feira, outubro 15, 2007

Clash e Civilization

Há pouco ouvia o "Straight to Hell" dos Clash e lembrei-me das noites em que conquistava o Mundo ao leme do Império Romano no jogo "Civilization": naquela versão inicial, insuperável, do Sid Meier. Corria a primeira metade dos anos 90. Fumava uns cigarritos com a cabeça de fora do quarto e planeava a inevitável invasão do continente americano, com barcos carregados de tanques e diplomatas. Que se lixasse a conquista do espaço, claro, o que eu queria era rebentar com um continente inteiro. Enquanto isso, ouvia o "Combat Rock" inteirinho, injustiçado álbum dos Clash, ouvia também Pixies até à náusea e muito Bob Dylan, esse desde a náusea até à sublime frescura dada pelas "High Water". Venho, ao fim de 15 anos, fazer aqui, no Meia Livraria, uma solene declaração: abdiquei dos meus secretos planos para a conquista do Mundo. Vou concentrar-me num objectivo bem mais singelo mas não menos divertido: a presidência do PSD. O Passos Coelho que se ponha a pau. E, no congresso da minha consagração, após a vitória expressiva nas directas, ouvir-se-á no pavilhão o "Straight to Hell" dos Clash. E talvez faça como o Ângelo Correia e fume um cigarrinho dentro do gimnodesportivo!

Sid Meier: Também daria um óptimo presidente do PSD

domingo, outubro 14, 2007

Formações

Ontem ouvi um interessante discurso sobre as necessidades de formação. O orador disse, sagazmente, que pouco interessaria dar formação em excel e word a funcionários da Santa Casa da Misericórdia que, pelas suas funções, não trabalhem com computadores. Alguém na plateia acrescentou, num rasgo de brilho e perspicácia, que noutra qualquer empresa seria esse esforço igualmente inglório. O orador, concordando com a achega, continuou com outro exemplo: num hotel, todos poderão legitimamente ter formação em alemão e em inglês. Mesmo as "senhoras da limpeza", acrescentou para concretizar: "Quando estão a limpar os quartos, sempre podem ler as revistas que as alemãs e inglesas por lá deixam. Isto não é só ver os bonecos".
Com efeito, o orador tinha razão. Isto não é só ver os bonecos! Uma mensagem profunda que a toda a plateia trouxe um daqueles sagrados e irrepetíveis momentos de reflexão e auto-análise.

sábado, outubro 06, 2007

O Pesadelo Interminável

Quando pensávamos que estávamos livres de Santana, aparece Menezes. E depois, graças à linha editorial da SIC Notícias... até o Santana ressuscita! A pobre jornalista bem disse que a culpa era do Ricardo Costa: num bonito exemplo da clássica solidariedade entre profissionais da televisão. (Lembrar o episódio das "misses" com o Humberto e a Carla Caldeira.)

Temei, cidadãos! Armai-vos! Organizai-vos! Policiem o vizinho e, se o adivinharem menezista, incentivem-no à abstenção. Digam-lhe, e ele cairá nessa, que isso de votar é para parvos. Assegurem assim o funcionamento da democracia e urge começar. Já!

sexta-feira, outubro 05, 2007

Viva a República!

A Bandeira da República Portuguesa faz 97 anos.


Comemora-se hoje o nonagésimo sétimo aniversário da nossa república. Os portugueses passaram a nascer iguais, graças a muitos, claro, mas foi Machado Santos quem desferiu o golpe final na palonça fidalguia. É claro que, nós, os republicanos, sentimos por Buíça e Costa um carinho especial: afinal de contas, deram um importante e saudável contributo para o fim da monarquia. Para o leitor menos informado, lembro que esses dois moços liquidaram o rei Carlos e o seu primogénito Luís no Terreiro do Paço, pertinho da esquadra da PSP. Salvou-se o Manuel 2, famoso oceanógrafo, que teve de marchar para outras latitudes nesta radiante data. Sábios, os republicanos deixaram vivos os nossos fidalgos como penhor eterno da superioridade da República (lembrar Duarte Pio e aquele "marquês" gordo e abichalhado que dantes aparecia na televisão). Enquanto eles andarem por aí, só por chacota se falará em monarquias.
Aqui ao lado, em Espanha, há muito quem sinta asco ao tragar o estatuto de súbdito: de homem que nasceu inferior a outro. Mas lá vão aguentando a fantochada para gáudio de "Holas" e revistetas quejandas.

domingo, setembro 30, 2007

Santidades

Há uns dias veio a Portugal o Sr. Lama. Este homem, o Dalai Lama, é uma Santidade como outra qualquer: ao seu nível estão Bento XVI, Pinto da Costa, o Islão também terá a sua Santidade, mais que uma até, o Ayatola, etc. No entanto, este Sr. Lama tem um problema com a imperial China. Os nossos amigos chineses não gostam do Lama porque há o Tibete e a China é dona desse território. Se não houvesse Tibete, a China gostava tanto do Lama como gosta do Bento XVI ou do Pinto da Costa ou mesmo do Eusébio. Ou até do Mourinho. Mas, infelizmente para o Sr. Lama, há Tibete. E há Tibete porque é bonito e alto e tem o Shaolin com aqueles tipos que dão mortais encarpados para trás, e com eles, com esses coloridos saltos, sobem a árvores que nem no jardim botânico de Lisboa se encontram. Muito menos no Parque Eduardo VII. Tem também o Tibete uma data de monges vestidos de laranja, como usam os prisioneiros de Guantanamo. Também em Guantanamo lhes rapam o cabelo, como é uso dos monges tibeteanos. Pode o leitor concluir que há algumas semelhanças entre ambas as regiões. Uma é chinesa mas tibeteana, outra é norte-americana mas fica em Cuba, e em ambas se traja de laranja e se rapa o cabelo. Também em ambas se dão mortais encarpados para trás quando a situação exige. Será que em Guantanamo também há alguma Santidade?
Certo é que, caso houvesse Santidade guantanamense, teria a mesma recepção oficial que teve o Sr. Lama. Nisto, somos exemplares. Não somos como esses convencidos desses canadianos que disseram aos chineses que na China mandam eles. Mas no Canadá mandam os canadianos. Temos muitos defeitos. Mas não somos mentirosos. E aqui mandam todos. Menos, talvez, o Dalai Lama.

quarta-feira, setembro 12, 2007

Bin Laden Falhou

Ontem foi dia 11 de Setembro: dia de comunicado de Bin Laden ao mundo ocidental, momento aguardado com elevada expectativa.
Desta vez as sábias palavras da Besta Negra da humanidade cristã desiludiram. Nem uma alusão, uma opinião que fosse, sobre o caso "Maddie"! Eu, tal como o leitor, esperava avidamente pela opinião de Laden: foram os pais? Foi a Kate? O Gerry é de confiança? Dever-se-á tirar-lhe os gémeos? A polícia portuguesa merece crédito? Os cães pisteiros fazem prova em tribunal? O ADN será da menina? Terão os McCann transportado apenas o ursinho de peluche na mala do carro alugado, 25 dias depois do desaparecimento da menina? (Por sinal, um Renault: eles que se ponham a pau com os discos dos travões, aos 80 000 km estão todos comidos). Deveriam os McCann ter alugado um Nissan? Ou uma motorizada (que não tem mala!)?

Que disse Osama? Nada! Bin Laden nada disse que prestasse. Umas loas a um barbudo qualquer e pronto. Uma conversa sobre olhos e dentes... Apre! O homem é irritante!

terça-feira, setembro 11, 2007

Boa Escolha!

Já só faltava o Meia Livraria: tenho de falar do casal McCann e da sua filha desaparecida! Com efeito, é singela a minha contribuição para a grande construção mediática: resume-se ao assinalar da belíssima escolha que o casal fez. O advogado do Pinochet parece-me ser o homem certo para o caso. Não será essa escolha uma confissão? O Pinochet chegou a confessar?

sexta-feira, setembro 07, 2007

Financiamentos

A Entidade das Contas e Financiamentos Políticos vai investigar a Festa do Avante! Estarão convencidos que a Somague anda a construir os barracões à borla?

quinta-feira, setembro 06, 2007

Vigairada

Terá pouca importância em dia de efeméride maior, o aziago desaparecimento de Pavarotti, mas o Meia Livraria cumpre com este artigo o seu natural destino de educador de massas telemovilizadas em geral, internetificadas em particular. Perguntar-se-á, o leitor ávido de saber, será que foi desta que apanhei o Cláudio em falta? Vigairada? Não será "vida airada"?
Não, amigo leitor. Sinta o conforto e o tom paternal das minhas palavras. Não. Andou o leitor toda a sua vida (airada ou não) pensando que este ou aquele seria amigo da "vida airada"... Não lê suficiente Aquilino, meu caro. Pois é vigairada aquilo que julgava airado! Trata-se de mais uma das inúmeras expressões papagueadas, dialectais, em que boa parte de nós gasta a saliva e o ouvido alheio poupando a massa cinzenta para coisas outras que pensar, investigar, no que se diz.
Somos todos assim, meus caros. Não há excepções. Uns mais (nos casos extremos chega-se ao "novidades só no continente"), outros menos (afadigam-se repetindo a estúpida expressão "silly season" na silly season), mas o fim do mundo está próximo.

domingo, agosto 12, 2007

A Tiro!


Não há dúvida que estes homens, do Record, da Bola, do Jogo, têm talento para escolher elegantes títulos de 1.ª página!

quarta-feira, agosto 08, 2007

"Hasta Quando?"

Não pense o leitor que falo da questão cubana! Talvez enganado pelo título pense o leitor que o Meia Livraria se fartou do "Hasta Siempre!". Mas é de rádio que fala o artigo, assim falassem eles, os artigos.

Há pouco, no carro, acompanhado por uma qualquer emissora de rádio, ouvia Lionel Ritchie. Mudei prontamente o posto para chegar a Tina Turner. Outro rápido toque no botão e eis o cruel Bryan Adams! Desliguei o rádio e abri os vidros para que o vento da velocidade me lavasse os pobres ouvidos. Enquanto o fazia, lembrava-me dos anos 80 e da lixarada que por aqueles tempos se ouvia: Bryan Adams, Lionel Ritchie e Tina Turner. Até quando os vamos ouvir? Já lá vão quase 30 anos e continua o pobre cidadão a levar com o "Private Dancer" e o "Run to You" e o "Hello!". Irra!

sábado, julho 28, 2007

sábado, julho 14, 2007

O Resto (Quase) do Debate dos Doze

Garcia Pereira expôs o seu plano claro e eficaz para Lisboa: um grande porto internacional, um grande aeroporto internacional (perto de Lisboa, acrescentou), e uma grande estação de comboios! Tudo pago pelo governo central! Com esses três objectivos, Lisboa ficaria, seguramente, ao nível das maiores e melhores cidades do mundo, afirmou o homem que, não restam agora dúvidas, seria, assim vissem os portugueses a luz, o Grande Timoneiro de Portugal! Somos cegos. Com efeito, Garcia Pereira nem se deu ao trabalho de encontrar um discurso coerente. Esta sua actividade lúdica, de amigo de Olivença disfarçado, leva-lhe, e nisso me assemelho ao putativo Grande Timoneiro, pouco do pouco tempo disponível: também eu tenho pouco tempo para o Meia Livraria. Garcia Pereira usou o seu habitua plano de contingência: "falo da estação de comboios e digo que a culpa da crise na CML é do culpado do costume, o gajo do PC!" E disse-o: Você (Ruben de Carvalho) é o culpado de tudo isto!
Negrão assumiu que a manutenção do IPO em Lisboa seria o seu cavalo de batalha. Com o seu ar canastrão, interrogou Costa sobre a questão arquitecto Salgado, respondida cabalmente. Cabalmente? Para todos menos Negrão! Ou não ouviu a resposta, ou tem um QI mais baixo que a probabilidade de Portugal ser campeão do mundo de basquetebol! IPO em Lisboa e pronto. O homem tem, justiça lhe seja feita, algo a seu favor: é o favorito das sopeiras! Tem aquele arzinho de magala.
O pobre Coelho do PNR lá andou, repetindo a cassete da segurança, do policiamento em quadricula, do dinheiro gasto pela CML em paradas gay! De facto, foi por aí que as contas foram ao fundo: com o taco gasto com o fomento à homossexualidade! Um discurso bem organizado, intelectualmente honesto, que desperta as consciências para um debate profundo e estruturado sobre o Homem, a Vida, o Mundo. Uma inteligência lusitana que a todos vai trazendo a sua luz.

terça-feira, julho 10, 2007

O Debate dos Doze

Tive de esperar 24 horas para que o transe profundo, causado pelo melhor programa televisivo que vi nos últimos anos, pelo menos desde "Roque Santeiro" nos idos oitentas, me soltasse mãos, dedos e alma e assim me deixasse pensar no que aprendi, no que ri, no que chorei e senti, em suma: no debate dos 12 candidatos à CM Lisboa extraordinária!

Coelho, Costa, Carmona, Negrão, Monteiro, Garcia Pereira (a fidalguia leva dois nomes), Pereira, Roseta, Carvalho, Fernandes, Correia e Graça, soberbamente enquadrados pela menina Fátima, proporcionaram-me genuínos momentos de prazer: fui verdadeiramente vivo por quase três horas!
A sabedoria infinda (porque profunda como fossa abissal), a heterogeneidade contagiante do sortido de saberes (colorido e bem-cheiroso), a ponderação e simpatia de quem ouve sempre o que os outros dizem, fizeram de Fátima CF, prová-lo-ia se necessário fosse a sua prestação de ontem, uma sumidade à escala nacional (ibérica, e mordo as mãos avaras) na arte do jornalismo omnisciente!
(continua)

sexta-feira, julho 06, 2007

Bufalhada

Enquanto preparo uma carta aberta ao Presidente da República, que penso vir a resolver o problema, escrevo este artigo para informar os leitores que considero ser o bufo a mais baixa forma de vida. Donos de inteligências menores, de fealdades atrozes, de grotescas deformações de carácter, os bufos sempre acompanharam a história portuguesa no seu pior. Anos há em que se escondem as lúridas criaturas no pantanoso submundo da mediocridade e frustração. Por lá ficam, escamosas e nojentas, como centopeias em baixo de pedra que, na falta de força que a levante, por ali fica escondendo o lado de lá da vida. Por hábeis no rastejo e na arte da fuga sobrevivem ao homem que levanta o calhau que lhes cobria sub-existência: de resto, qual é o homem que se diverte a esmagar centopeias, escaravelhos e baratas? Assim sobrevivem os bufos: por não haver quem os mate. Com efeito, é maior o incómodo da sua morte (sujam muito quando esborrachados) que a maçada que causam quando vivos. Sendo a palavra "vivos" uma figura de estilo, quando aplicada à chibaria, a que se permite levianamente o autor do Meia Livraria.

Há trinta anos que se não via semelhante ataque vindo do baixo-húmus! Terão os incêndios florestais dos passados anos escorraçado do podre mas quentinho e acolhedor antro da bufalhada os seus mais audazes espécimes? Ou será que todos os 3 000 000 exemplares da espécie "bufus lusitanus chibalhursus", julgada extinta em 74, aí estão, de olhinhos mínusculos e vermelhos, dentinhos amarelos e afiados, cheios de peste e de merda, à coca... à espera de Baltazar que os faça, como fez o outro, uma espécie de exército das trevas constituído por sub-humanos cuja única recompensa é a de poder atacar a luz e o bem (que nada quiseram com eles) e fazer vingar um mundo de medo e mediocridade em que eles se sintam como escaravelho no esterco?

terça-feira, julho 03, 2007

quinta-feira, junho 28, 2007

Primavera Eterna

As recentes alterações do clima global, carga sinistra que em todas as almas pensantes pesa como pesava em tempos o negro espectro da bomba nuclear, não é, como a sua antecessora atómica, coisa de males absolutos. Com a bomba nuclear, as vantagens enumeradas resumiam-se ao efeito que poderia ter sobre os edifícios: houve um tipo americano importante (não me lembro qual, se alguma vez soube quem fosse) que anunciou com orgulho uma nova bomba que tinha a vantagem de não destruír as construções!

Quanto ao clima, e em particular ao que está a acontecer a Portugal, não posso deixar de me regozijar com estes dez meses seguidos de Primavera! O aquecimento global deu a Portugal um enorme aparelho de ar condicionado! Estaremos perante a Primavera Eterna? Ficarei para sempre com 33 anos? Isto parece o céu muçulmano! Viva a Primavera!

terça-feira, maio 22, 2007

Mãos e Pés

Interessante campeonato de futebol este em que se decide o título com a mão... quando a coisa se joga com o pé. Com efeito, sem o golo escandalosamente manual de um obscuro e já distante brasileiro, nem o Porto era campeão, nem o Paços estava na UEFA. Cada país tem o campeonato que merece...

segunda-feira, maio 07, 2007

Bananas e Macacos

Na ilha das bananas não é de admirar que mandem os macacos.

domingo, maio 06, 2007

Mistério

Qual será a justificação para o elevado número de jornalistas desportivos radiofónicos com graves deficiências fonéticas?

terça-feira, maio 01, 2007

Os Reizinhos

Liga um tipo a televisão, à hora dos noticiários, esperando por um resumo do Benfica - Sporting, sedento de casos e penalties e gregos atirando-se para o chão (que pena não ter caído de pescoço...), quando se depara com insólitas notícias de realezas alheias. Ele é o prícinpe Harry do Reino Unido que quer ir combater para o Iraque, dando mostras de uma imbecilidade atroz que boa propaganda faz à causa da República; ele é a nova filha do gigante Filipe das Astúrias, príncipe do Reino de Espanha... e nada sobre o Caneira! Ouve-se a raínha de Castela dizer umas graças à televisão, e, afinal, o Polga foi agarrado na área ou não? Pelo menos, os ídolos da bola são escrutinados, avaliados, são ídolos de alguns pelo seu esforço, talento e dedicação. Os outros parvos, os reis e condes barões são idolatrados por gentes mais parvas ainda, que engolem o mais elementar príncipio dos Direitos Humanos: todos os homens nascem iguais. Estará a guilhotina romba?

quinta-feira, abril 26, 2007

Liberdade

Muito se disse pela blogosfera sobre o dia de ontem. O 25 de Abril. Nada poderei acrescentar, nem sequer tenho um boneco com um cravo vermelho para aqui colocar. Mas não se confunda o leitor com a ausência de artigo e cravo no Meia Livraria: a própria existência deste blogue, e do seu, amigo leitor, onde diz o que lhe apetece, deve-se ao mais belo dia da nossa pátria: ao 25 de Abril, o dia em que o povo português ganhou a liberdade. Ao cabo de 831 anos de servidão a este e àquele.

terça-feira, abril 24, 2007

O Grande Líder Pinto da Costa

Ontem comemorou-se o vigésimo quinto aniversário da Serena Liderança do Grande Timoneiro Pinto da Costa, Líder Adorado do FCP. Uma marca espantosa, cheia de títulos, centenas ou mesmo milhares, que a todo o Mundo levaram o nome do FCP e o do seu Amado Pastor.

Se aos 25 anos que leva Pinto da Costa de presidência do FCP somarmos os 20 que já detinha como dirigente no clube, obtemos o bonito resultado de 45 anos de poder! Poucos homens se comparam ao entronizado Pinto da Costa. Apenas o Grande Português Salazar (1932-1968), o espanhol Franco (1939-1975), o mongol Choibalsan (1921-1952), Mobutu Sese Seko (1965-1997) e o inefável etíope Hailé Selassié "Ras Tafari" (1930-1936 e 1941-1974) se podem medir com Jorge Nuno. Mas para que se faça inteira justiça, nenhum desses nomes iguala em luminosidade o Líder do Norte. Com efeito, em minha opinião, só Kim Il-Sung (1948-1994) conseguiu atingir o nível de unanimidade e prestígio que o Poeta do Futebol e Grande Açambarcador de Títulos Pinto da Costa indiscutivelmente possui.

São notáveis as semelhanças entre Kim Il-Sung e Jorge Nuno Pinto da Costa.


Para trás ficam nomes como Hitler, Pol Pot, Mussolini, Enver Hoxha e Rafael Trujillo. Mesmo Pinochet e Ho Chi Min nada foram quando medidos ao lado de Jorge Nuno.

Por tudo isso, deixa o Meia Livraria aqui uma sentida homenagem ao Presidente Iluminado do Futebol Clube do Porto e um alerta: Jorge Nuno! Cuidado com Fidel Castro e Omar Bongo do Gabão. Ainda estão no activo e têm algum avanço. Que Deus lhe dê muita saúde para esta corrida e... continuação!

domingo, abril 22, 2007

O Vidal e o Gonçalves

Há mais de 3 anos, este mesmo blogue, o Meia Livraria, detectou uma estranha tendência nos blogues de direita: o hábito da tirada em inglês! Por dá cá aquela palha, para dizer uma qualquer banalidade, lá está uma "quote" a preceito. Desta vez detectei algo ligeiramente diferente no irritante Portugal do Pequenino: o João Gonçalves não tem no corpo do blogue as medonhas tiradas em inglês (pelo menos nos artigos mais recentes) mas, no cabeçalho do mesmo, por baixo do título (aliás, bem escolhido), apresenta uma frase do Gore Vidal: "Literature, politics, personal responses to people and events... So, herewith, my three states - united."

Nada de muito espantoso, pensará o leitor que, das duas uma, ou não conhece o Gonçalves, ou não conhece o Vidal. Aliás, estes dois senhores têm algo em comum: O Vidal não conhece o Gonçalves e o Gonçalves não conhece o Vidal.

Com efeito, um homem que lê o Equador de um fôlego... um homem cujas ideias se encostam à extrema direita salazarenta... nada tem que ver com Gore Vidal. Talvez tenha encontrado a frase num daqueles livros de citações e, como estava em inglês, pô-la no seu blogue. Deve ser isso. Não obstante... pobre Vidal!

sábado, abril 21, 2007

Reuniões

O PNR esteve prestes a reunir por cá com outras organizações de extrema direita. Não o fez porque o dono do recinto onde se realizaria o encontro lhes retirou, à última hora, o espaço, alegando problemas com a polícia.
No entanto, não deixa de ser estranho que os nossos fascistas moreninhos estivessem dispostos a reunir com rapaziada que os toma por seres inferiores... por essas alemanhas, holandas e franças... Eu, se fosse de extrema direita, só reunia com nacionalistas de Moçambique e do Brasil. Esses, pelo menos, e que eu saiba, nunca nos tiveram na agenda. Já os alemães... estávamos logo a seguir aos ciganos! O forno já estava em brasa!

segunda-feira, abril 16, 2007

Público e Reforços

Numa estatística duvidosa e infundada, mas ainda assim razoável, alvitro que em 100 bloguistas, 98 lerão o Público. Uns sempre, outros às vezes, é certo, mas este será o jornal de referência dos bloguistas. No entanto, um novo reforço deste diário leva-me a reconsiderar esta estatística. A partir de agora, o Público terá 97 leitores no grupo dos 100 bloguistas a que pertenço. Vou passar a ler o agora despoluído Diário de Notícias. Já não anda por lá o meu Dantas: vou experimentar!

(Já acho bem feito o que o Sporting vos fez! Paguem os 75 000 € que dão à justa para o ordenado do Liedson. Pim!)

domingo, abril 15, 2007

Uma Questão de Tomates

Kasparov já na ramona. Imagem do site kasparov.ru.


O melhor xadrezista de sempre _o já retirado (?) Garry Kasparov_ foi preso por dez horas, ontem, em Moscovo. Participava numa manifestação não autorizada contra o presidente russo. Quando se retirou do xadrez (ou melhor, da competição: ele continua o seu trabalho como escritor de livros de xadrez e cronista na mais importante revista da modalidade: New in Chess) Kasparov anunciou que se dedicaria ao combate a Vladimir Putin. E ele aí está: lidera a mais combativa oposição.
Como jogador, Kasparov sempre demonstrou uma coragem inabalável. Como político não mudou a sua habitual conduta e mostra ser um homem com tomates. Desejo-lhe melhor sorte do que a tiveram os anteriores campeões, sempre desacreditados no que fizeram das suas vidas pós-xadrez. Talvez por nunca terem conseguido convencer o vulgo que eram mais que campeões de xadrez... As massas não perdoam aos génios. E Putin não perdoa ninguém.

sábado, abril 14, 2007

Que Raio de Pergunta e que Boa Resposta!


Quem lhe terá feito semelhante pedido? Provavelmente ninguém, desconfia o leitor. Mas, admitindo que algum dos seus amigos (ou seguidores) mais galhofeiros lhe tenha realmente pedido que escrevesse sobre o amor, pasme o leitor com o paradigma de desinteresse escolhido por Mexia: a malária na África equatorial! Uma escolha elegante, denunciadora de superior gosto e decididamente elucidativa! É de poeta! De poeta dos bons! Daqueles de pêra! É delicioso, este Mexia!

sexta-feira, abril 13, 2007

Pedro Mexia

Não gosto do Pedro Mexia. E vou dedicar os próximos artigos a atacá-lo. Começo já: como poeta é economista, como economista é poeta popular. Passa os domingos no Chiado a "flanar". Raios o partam e ao grotesco mau gosto que lhe começa na chiba. Vou-me a ele. Aguardem. Vejam o subtítulo do seu blogue: "smoke and mirrors / special effects / a little fear a little sex".

Ao nível das letras do David Fonseca, não? Mais valia, como disse Reininho, rimar Wyona com...

quarta-feira, abril 11, 2007

Importâncias

Não tem importância, mas tem de explicar. O PM é eleito a votos, mas tem de explicar. Assim interveio o Marques Mendes após um bom momento da democracia portuguesa, porventura inédito, em que o Primeiro Ministro aparece na RTP, com os papelinhos na mão, certificados, cartas, tudo, e explicou, mal ou bem, à frente de todos quantos quiseram ver, o seu percurso académico.
Depois da coisa propriamente dita, Sócrates arrastou-se, aliviado, pela repetição das outras coisas, das do governo... a Ota, a Mobilidade Especial (um nome que podia muito bem ser o de uma operação em larga escala, com 2000 homens e 3 caças na Guiné, 1969), a restruturação da rede de urgências... nada de novo, portanto. Mas, de resto, quem queria saber disso? Sócrates foi ali, à televisão pública, explicar ao povo que o elegeu todas as questões relacionadas com a sua formação académica. O outro, o Mendes, quer agora sindicância externa, análise exaustiva, um apuramento mais exaustivo de toda a verdade, dizendo sempre que não é politicamente relevante, mas quer saber melhor.
Sr. Mendes: Se não é politicamente relevante... porque é que não se mete na sua vida? Dessa forma evitaria o suicidio, que cometeu em directo.

terça-feira, abril 10, 2007

O Curso de Sócrates

Anda meio Portugal azafamado com a eventualidade de José Sócrates ter um curso superior de duvidosa validade. Muito me espanta tal azáfama, devo confessar aos leitores. Conhecido por "Engenheiro", título outorgado apenas pela Ordem dos Engenheiros, Sócrates nunca o foi, sendo tal facto público e notório. Não sendo membro da OE, não é engenheiro. Seria apenas licenciado em engenharia civil. De resto, como nunca trabalhou (como engenheiro), nunca tal questão lhe terá causado grande transtorno.

Neste edifício, só como convidado ou visitante poderá Sócrates entrar...

Aquilo que se discute agora é absolutamente enigmático: Sócrates teria um curso de engenharia civil da UNI... Agora descobre-se que talvez tenha havido irregularidades nesse seu curso. Pensarão os cidadãos portugueses que isso tem alguma importância? Que diferença existe entre um curso de engenharia da UNI ou não ter qualquer curso? Pelo amor de deus! É indiferente!

O homem até se ajeita a parlamentar em São Bento, tem mão nos seus ministros, poderia ser um rico padeiro ou um excelente modista. É primeiro-ministro e foi eleito a votos. Engenheiro civil é que ele não é, nunca foi, e nunca sequer ninguém suspeitou que tivesse sido. Tendo sobre o assunto opinião isenta, mas avalizada, informo o leitor que, em Portugal, apenas uma instituição lecciona o curso de engenharia civil (vá, três... a FEUP e Coimbra também, ainda que timidamente): o Instituto Superior Técnico. Vale mais uma cadeirinha foleira de opção do Técnico que 56 da UNI e quejandas.

Deixem-se de pantominas e olhem lá para as maternidades e centros de saude que "eles" andam a encerrar! E para o custo dos remédios: as reformas do magro idoso vão inteirinhas para o bolso do anafado farmacêutico!




(E o resto é paisagem!)


Se querem ser engenheiros, estudem!

domingo, abril 08, 2007

Fórmula 1

Bons tempos em que Schumacher dominava a Fórmula 1. Tudo estava certo!



O Alonso ganhou. O cenário da actual Fórmula 1 torna-se calamitoso para o nosso país. Expulso do circo o Tiago Monteiro, reformado o alemão Schumacher, resta como referência o bi-campeão Fernando Alonso... É certo que o rapaz é Asturiano, de Oviedo, mas ainda assim, espanhol. Não que este blogue tenha o que quer que seja contra Espanha ou espanhóis, mas porque, num país que tem Baltazar como homem mais notável, há que buscar afirmação no lugar do costume: no vizinho. O lugar comum é inevitável e, com o crescente abrutalhamento das nossas gentes, há que dizê-lo: ser português é não ser espanhol.

Esclarecido este ponto, a Fórmula 1, que encantou gerações de portugueses, deixa agora de ter qualquer espécie de interesse para a pátria do Senhor Professor António O. Baltazar. A minha geração dividia-se em senistas e prostistas, havia até manselistas e bergueristas, rendeu-se ao lenitivo consolo da força campeoníssima e irrefutável do alemão Schumacher. Riu-se ainda a minha geração com as divertidas incursões de Lamy e Matos Chaves pelo circo, sofreu com Monteiro e com a sua bonita pêra e inseparável boné e tudo para quê? Para olhar para um tipo chamado Alonso a ganhar aquilo ano após ano?

Ocorre-me agora a tremenda injustiça que caíu sobre os homens que deixaram que o GP de Portugal fugisse. Eles sabíam o que vinha a seguir. Portugal é, afinal de contas, pátria de visionários! Ou não fosse a pátria de Baltazar, dos irmãos Cavaco e do Guarda Abel!

sábado, abril 07, 2007

Curiosa e Brava Luta

Terminou há pouco uma brava e curiosa luta entre um clube, o Sporting, que competia para o título, ainda remoto mas quase certo, de Campeão Nacional do jogo do futebol, e outro, o Braga, que disputava um jogo em cenário à "Blade Runner" ou "Mad Max"... Penso que os atletas do Braga, agora que terminou a partida com uma derrota para as cores minhotas, serão sumariamente abatidos. Assim pareceu pelo empenho, com guarda-redes à avançada e tudo, que essa rapaziada mostrou no final da partida! Brava malta esta e uma Santa Páscoa com ressurreição e tudo é o que lhes desejo, rapazes!

terça-feira, abril 03, 2007

Paulo Bento

Para dar a minha singela colaboração a um dos mais importantes assuntos da sociedade portuguesa, falarei neste artigo de Paulo Bento.

Caso o Sporting vença o campeonato penso que o lema do clube deverá ser adaptado para "Esforço, Dedicação, Devoção, Tranquilidade e Glória!"

segunda-feira, março 26, 2007

O Baltazar

O povo português telemovilizado votou e disse: o melhor português de sempre foi o Baltazar ou Salazar, ou lá como se chama! Por eso, y perdonen mi malo castellano, en el Media Libreria se hablará lo idioma de Cervantes. No voy a hablar lo de Baltazar!!!

sexta-feira, março 23, 2007

Ajuda

Dois dias depois de ter escrito o artigo do boné reli-o. E pensei: talvez precise de ajuda especializada... Usem lá o boné, rapazes!

quarta-feira, março 21, 2007

O Boné

Antes, apenas os trolhas, em especial estucadores, usavam habitualmente o boné. Hoje, meus amigos, Portugal é um país infestado: dir-se-á que temos um país cheio de Patos Donais!

O que pensará essa malta? Será que gostam daquele ar de cabecinha redonda, do bico de pato, do aspecto com que o cabelinho gorduroso fica quando finalmente tiram o boné: colado ao crâneo!? Será por julgarem fino que entram, e ficam, em locais fechados com o estúpido boné enfiado? Inexplicável! Talvez lhes dê gozo... mas, sinceramente, preferia que tirassem os sapatos... ou que enfiassem o dedo no nariz.

Ainda mais cretino que o uso massivo do boné num país de eterna Primavera (que aproveito para saudar) é o que neles habitualmente se inscreve: SIC, Planta, Morangos com Açúcar, Floribela, Correio da Manhã... Anda um tipo pela rua com um boné a dizer SIC?? Floribela?

O cenário é digno do imaginário Disney... milhões de patos donais e de patetas!

sexta-feira, março 02, 2007

OPA Blindada, Berlindada, Belindada?

Pelas rádios e televisões só se fala da OPA do Belmiro à PT. Belmiro é aquele senhor com ar de irmão Dalton e nome de pugilista do tempo da outra senhora. Do tempo desta, português, lembro-me apenas de Fernando Fernandes, pugilista que também socava com os pés. Lembro-me dele porque ele "jogava" no Sporting e porque tem um nome elegante. Mas voltemos à OPA.

Imagino os meus concidadãos, vendo a televisão, preocupados com a OPA. Imagino-os, junto à máquina do café, falando de berlindagens e desbelindagens. "O gajo compra a PT se a OPRA estiver desberlindada!", parece-me ouvir o Correia dizer. O Lopes, que compra o "Jornal de Negócios " desde os tempos em que o "Diário Económico" era à borla, chilreia do alto do seu muito saber: "Não é a OPA que é desbelindada: são os ex-tatutos! É claro que o Belmiro não pode comprar uma firma com ex-tatutos belindados. Vê-se logo que não lês o JN. Só lês a Bola!"

A menina Arlete, que ouvira a conversa aos bocados, ainda comentou: "Eu adoro a OPRA, ela já passou por muita coisa na vida e é uma mulher que eu admiro!"

segunda-feira, fevereiro 26, 2007

Zangas

As zangas de outrora, entre poetas e escritores, críticos e jornalistas, com acusações de plágios e menoridades, emendas piores que sonetos, escritores sonâmbulos chupistas, que liam à noite sem o saberem e escreviam de dia o que não sabiam ter lido... acabaram!

Ou não?

Hoje temos uma nova vaga de zangas, divertidas, mais rápidas mas com o mesmo efeito aglutinador do "eu" português: falo do neurónio avariado de Pacheco e da doença mental de Mourinho. Falo também do ar zangado de Jesualdo e das duras reacções de Paulo Bento aos comentários de Peseiro. Falo da troca de ironias (ainda a temos!) entre Veiga e Pinto da Costa! Falo do livro de Carolina Salgado e das suas amizades com benfiquistas!

Não estamos agora muito melhor?

domingo, fevereiro 04, 2007

Extremos

Portugal é, sem qualquer dúvida, um país de extremos! Cristiano Ronaldo, Figo, Chalana, Futre... e até Simão Sabrosa, Quaresma, Nani, Campanha pelo Não... esta última com excomungados e cartinhas de infantários pios e santos aos pais escritas por um embrião... Sinistra, baixa, suja, nojenta, porca, cretina, bolorenta, pacóvia, provinciana, estúpida, fascista, macabra, imbecil, infame, católica, pró-pedófila, miguelista, salazarenta, inquisitória, mesquinha e até metediça e quadrilheira campanha pelo monstruoso Não.


Gosto de extremos... de quase todos eles. Menos dois: O Não e o Simão.

domingo, janeiro 21, 2007

Que Tal?

Caro leitor, o que acha do novo aspecto do velho blogue? Tem já três aninhos e qualquer coisa! Tem quase meio milhar de artigos e... qual deles o melhor! A mudança de look foi a minha prenda, ou melhor, presente, para este companheiro dócil e fiel!

Para o quarto aniversário, fica prometido, coloco uns bonecos bem bonitos algures por aqui!